No entanto, Amorth foi fundamental para uma revolução silenciosa: ele transformou o exorcismo de uma prática vista como medieval e supersticiosa em um ministério reconhecido e psiquiatricamente responsável (em teoria). Ele insistia que 98% das pessoas que procuravam um exorcista na verdade precisavam de um psiquiatra, e apenas 2% sofriam de verdadeira possessão.
The film is loosely inspired by the memoirs An Exorcist Tells His Story and An Exorcist: More Stories by the actual Father Amorth. The Pope's Exorcist (2023) o exorcista do papa
Amorth não era apenas um padre; era uma celebridade involuntária e um combatente implacável. Durante décadas, ele realizou mais de 70.000 exorcismos (um número que ele mesmo estimava, contando que muitas sessões são repetidas com a mesma pessoa). Ele tornou-se a voz pública da prática, quebrando o silêncio e o tabu que cercavam o tema. No entanto, Amorth foi fundamental para uma revolução
Gabriele Amorth nos deixa uma mensagem que transcende a fé católica. Ele nos lembra que, em um mundo secularizado, a questão do mal permanece um mistério perturbador. Ao chamar a atenção para a batalha espiritual, não queria gerar medo, mas fortalecer a fé. The Pope's Exorcist (2023) Amorth não era apenas
Porém, o filme acertou em um ponto crucial: a personalidade de Amorth. Ele era, de fato, um homem alegre, bem-humorado (gostava de dirigir Fiat 500 e beber vinho), mas absolutamente intransigente quanto à realidade do mal. Sua famosa frase, replicada no filme, é real: "Quem não acredita no Diabo, não acredita no Evangelho."